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Reflexão da semana 23 e 24/05
« Postado: 29/05/2022 - 15:42:26 (Lida 110 Vezes) »


rodorado@uol.com.br

Cacalo, Lucilene e Rodrigo

rodorado@uol.com.br

« (1166) Resposta #1: 29/05/2022 - 15:44:36 »

(imagine um título)

(Cada momento é vivido por completo e isso acarreta uma sensação de realização e completude…somos este momento e nenhum outro…
é preciso relaxar e sentir o gosto ao máximo, seja de prazer ou de dor – Alan Watts)

PLUUUUUUUUFT (você acabou de furar uma bolha).

Siga as instruções (ou não).

Respira
Escuta o silêncio
A voz do coração
Amorosamente em ação
Visualize o todo
Desarme e teça
A teia de todos nós
Silêncio…entre as notas

O silêncio não é ausência do som é a ausência do eu – Wu Hsin.

Sugestão sonora para uma experiência poética na leitura:

https://s://www.youtube.com/watch?v=D6vWOkNXE7g&ab_channel=DeniseToledo

Você está escutando música. De repente, eu pergunto: neste momento, quem é você? Como responder imediata e espontaneamente sem parar para procurar as palavras. Se a pergunta surpreender, você vai retrucar, neste momento, quem é você? Mas se parar para pensar, você vai tentar falar não sobre este momento mas sobre o passado. Vou receber informações sobre seu nome e endereço, seus negócios e sua história pessoal. Mas perguntei quem é você, não quem você era. Pois ter consciência da realidade, do momento presente, é descobrir que, um momento após o outro, a experiência é tudo – Alan Watts

Permita-se tornar aquele espaço que dá as boas vindas a qualquer experiência, sem julgamento – Tsok Rinpoche

A base da consciência de si não é a reflexão, mas a relação com o outro]…[no face a face o outro se posiciona como infinitamente transcendente, ante o qual o Eu, antes de pensar ou compreender, ESCUTA, a compreensão é convertida em abertura e acolhimento do outro, em responsabilidade por esse outro – Emmanuel Levinas

Vamos juntos? Com duas mãos nos relacionar? Não! Três mãos para elaborar. Nããão! Desculpem, quarenta e poucos corações para atravessar, o número dois é par, o três é ímpar e gera um outro ritmo de potência.

Desse lado de cá em um tempo anterior (ou não) começamos nos desencontrando e nos reencontrando numa ligação.

Foi até tarde, ou não também, já que o tempo é relativo. O fundamental é que nesse momento você tem uma agulha e você pode furar bolhas, pode costurar idéias e oferecer escuta às necessidades que estão pulsando agora. Ofertamos interrogações para ampliar as reflexões, como um convite que reforça a lembrança do não fim, do eterno começo, num movimento que não cessa de se renovar, a cada olhar, brilhar, pontos de vista diante das infinitas possibilidades, compartilhantes avantes, nessa dança, pulsar; o corpo brinquedo aproveita o vento, espalha sementes, férteis com tempo, frutificar. Vamos? Vamos!

Eu e o todo somos um
Um somos nós
Quantos nós de nós podemos desatar?
Quantos fios soltos podemos entrelaçar?
Quantos alinhavos da teia podemos tecer?
Quem tece a teia?
Alguns?
Todos
Nós?

E o poder?
O poder seduz, qual poder?
E o poder divino?
E como nos relacionamos com o poder?
E o poder da cura?
A arte cura?
Quem ativa esse poder?
O artista é canal de cura e presta serviço a essa manifestação?
Ação?
Reflexão?
Quem são?
Quem é são e quem não é são?
Um somos nós!
Quantos nós?
O melhor lugar do mundo é aqui, e agora???
O que eu faço com Hitler depois dA Queda?
Onde sou melhor que ele e o que dele ainda existe em mim?
Acolho!
Reconsidero, reavalio e me olho, choro
Como é que eu durmo com esse pesadelo?
Um somos nós!
E até quando permaneceremos no Purgatório?
E o que pode sobreviver às trevas?

A poesia
A gentileza
A generosidade
O cuidado
O serviço
A beleza

A escuta
O estado de presença

O artista não pode ficar surdo ao chamado da beleza, só ela pode definir e organizar sua vontade criadora, permitindo-lhe, então, transmitir aos outros a sua fé – Tarkovski

Podemos entender por fé, estar atento presente e consciente do agora, ser o que verdadeiramente se é em conexão com a inteligência infinita?

Conexão
Ação
Reflexão
Imensidão
Missão
Revolução
Amor
In
Con
Di
Cio
Nal

A arte cria e ativa, faz viver e faz morrer, renova o ar, somos um círculo, dentro de um círculo, cumprindo ciclos, sem um começo, meio e fim. Mas enquanto nos identificarmos com os pensamentos, sentimentos e emoções podemos seguir sendo regidos pelo

Ego
Centrismo
Ismos
A
Esmos
Os mesmos…?

E para não nos fixarmos na idéia de que o ego é um estorvo, lembremo-nos da sua função primeira que é garantir a nossa sobrevivência, a questão é o que acontece e como acontece além disso nos caminhos que trilhamos rumo ao self.

“As palavras produzem sentido, criam realidades e às vezes como potentes mecanismos de subjetivação, fazemos coisas com as palavras e as palavras fazem coisas conosco”.(Jorge Larrosa Bondía) – (tudo é o que parece ser e nada é o que parece ser)**.

E o que andamos fazendo com as palavras além de julgar e opinar? Quantas possibilidades maravilhosas que ainda não consideramos, podemos criar com as palavras, além do silêncio, fazer brilhar nossas vidas por um mundo melhor, mais humano e mais amoroso afinal…?

Entre as palavras e o inominável o que o artista faz?

NADA.

O nada não é nilismo, expressa a realidade última – JC Cooper

Mas qual o nosso papel? Só a indiferença é livre, o que tem caráter distintivo nunca é livre; traz a marca do seu próprio selo; é condicionado e comprometido – Thomas Mann.

E aqui agora o que fazemos enquanto artistas engajados?… diante desse massacre de emergências que nos tiram o ar com temperos de crueldade, gás de pimenta, pernas prensadas, corpos rasgados sem permissão, por lâminas e tiros, atravessados, dilacerados, histórias ceifadas, vidas!

E o que nos é possível? …rasgar corpos com poesia e permissão, atravessar com amor e resgatar vidas, contar histórias, acender memórias e despertares, desanestesiar o que parece não ter mais solução.

Por que? Porque…não se trata de arte, nem técnica pura. Trata-se de vida e portanto é sobre encontrar uma linguagem para a vida – Pina Bausch

E assim seguimos, movidos por inquietações que nos impulsionam e que nos inspiram a ação, a concretização, na arte que expande, reflete, questiona, transforma, ilumina, transcende e sublima. Reconhecendo o outro com todas as suas belezas e mazelas. Aguçando nossos sentidos, afiando nossas ferramentas, expandindo nossa percepção, no exercício em prestarmos serviço, sensibilizando sempre mais nossa escuta para o mundo, para as suas emergências, fonte de criação! E como Marshall Rosenberg, em seu fino estudo sobre a Comunicação Não Violenta, nos atenta sobre o quão revolucionário pode ser, por todas as nossas relações, ativarmos nossa capacidade de escuta a nós mesmos e expressarmos ao outro as nossas necessidades, da mesma forma acolhermos a fala do outro no expressar suas necessidades, e a partir daí, tudo que pode ser alinhado com essa comunicação amorosa. Deste modo, com uma boa escuta, corpos presentes, cientes e conscientes das emergências e necessidades que afligem o todo, quem sabe nossas ações criativas possam representar valorosas contribuições.!?

TEMPO.

O mundo tá gritando o tempo inteiro, nem que seja na sala minimalista organizada e bonita de uma família tradicional dos anos 70? 80? Na visão de um italiano expressada em francês. Num purgatório. Tanto faz, a dança do filho com o pai no piano é atemporal, imagem que cura até onde não saber sentir mais dor. Enfrentamos robôs
cênicos…e no cotidiano.

Criamos e cocriamos realidades, são os recortes de pontos de vista. Plicas que deram vida. Somos coautores ou tudo não passa de uma busca de um simples viés de confirmação?

A reflexão com o outro. Purgatório. Comunicação não violenta, potente. O artista é um artesão (costureiro, curandeiro) da linha da vida.

Aquele que canaliza…está a serviço da humanidade, da evolução… meditemos sobre isso. Espaço, momento, uma brisa, no farfalhar das asas, um sonho de liberdade em não ser livre como se quer, mas ser a liberdade que se deve ser para contemplar o todo, pela prestação de serviço dos que se reconhecem na missão.

Sejamos canal da expressão e manifestação de todas as belezas! Pulso de vida!

(…o pensamento pode pensar. Sentindo, enxergando e pensando assim a vida não demanda futuro algum para se completar, nem explicação para se justificar. Nesse momento ela se completa…
a única maneira de dar sentido à mudança é mergulhar nela, acompanhá-la e entrar na dança. Aqui e agora. – Alan Watts)


rogeriomr

« (1159) Resposta #1: 22/05/2022 - 12:04:41 »

A ARTE CONTRA A BARBÁRIE

Juliana Kleine
Rogério Machado Rosa

Brasil: 665 mil mortes pela Covid 19. Pandemia. Negacionismo. Necropolítica: Bolsonaro. Amazônia em chamas. Invasão das terras indígenas. Isolamento e distanciamento social. Desemprego. Aumento vertiginoso da pobreza. Inflação disparada. Feminicídio. Racismo estrutural. Xenofobia. Dissonância cognitiva. Fascismo no poder. Cultura amordaçada. Milicianos no poder. Avanço do fundamentalismo. Política da inimizade. Conservadorismo e extremismo político. Banalização da violência. Vidas indignas de luto. Escola sem partido. Cultura do ódio. Fake News. Instabilidade social. Violações de direitos. Educação sucateada. Obscurantismo. Vontade de ditadura. Fragilização dos laços sociais. Crise ética intencional. Desamparo institucional. Saúde mental social em declínio. Truculência em alta. Política do armamento. Aniquilamento da alteridade. Sofrimento ético-político. Democracia ameaçada, adoecida. Saturação de sentido existencial. Estado suicidário. Tempo presente brasileiro: espírito de peso, desamparo da Pólis, desumanização.

Quase 40 anos após a redemocratização do Brasil, cujo povo testemunhou décadas de uma ditadura sangrenta, truculenta, míope, obsessiva e destrutiva; hoje vivemos um cenário nacional que em muito se assemelha com aquele período nefasto. A partir de um pensamento interdisciplinar entre Filosofia da Diferença, Literatura Teatral, História, Psicologia… apresentamos aqui uma reflexão sobre o lugar do ator, e do teatro, na construção de uma ética hospitaleira, de resistências e de recriação de sentidos existenciais em um tempo marcado pela barbárie, pela banalização do mal.
Para tanto, de saída, perguntamos: o que pode a arte em tempos de produção deliberada da barbárie? A arte poderia estar descolada do espírito da sua época? Pode o artista ser indiferente às intempéries do seu tempo? Ante a uma realidade embrutecida pela política de morte, pode o artista fomentar a potência de vida por meio da sua expressão artística?

No livro “Crítica e Clínica”, Deleuze (1997) afirma que “a literatura só começa quando nasce em nós uma terceira pessoa que nos destitui do poder de dizer Eu” (p.13). Pois bem, aqui estamos… tentando exercitar a renúncia ao poder de dizer “Eu”, gesto em desuso no contemporâneo, para fazer falar uma terceira pessoa por meio de nós, isto é, um povo. Mas o que pode esse povo? Qual é o seu grito? Do que tem sede? Do que tem fome? Parece-nos que o povo quer de volta o sentido de viver! Ele quer a feliz(cidade)! E a literatura que pretende representar e dar vazão ao desejo da multidão só o fará por meio da fabulação, pois fabulando ela inspira e inventa outras realidades, funciona como “contrarrealismo” (BUTLER, 2021). Nesses termos, diz Deleuze, a literatura torna-se “uma saúde”, é potência criativa, é invenção de novas possibilidades de viver. Quer libertar a vida lá onde ela é prisioneira. E o escritor? Tal qual um médico, um psicólogo ou um esteta ele faz um diagnóstico dos sintomas da civilização e, fabulando, inventa um povo que virá. O escritor com sua literatura promove (e provoca) estesias para um povo anestesiado. A literatura é a arte de fabular mundos outros. E o escritor torna-se outro, recria a si mesmo, ao fabular outros mundos. Ele é um artesão de si e do mundo. E tais proposições insuflam de sentido a escrita que ora aqui urdimos.

Aqui lembramos que um povo não se anestesia sozinho, porque quer, porque tomou uma decisão consciente. Identificamos que a sociedade está organizada de maneira tal a promover uma luta pelo poder, em que poucos o detém, e outros sucumbem ao lutar por ele, ou tentar sobreviver servindo referido poder. A existência do estado de direito pressupõe que é necessário um poder acima da criatura humana para ordenar e instituir a vida em sociedade. Trocamos nossa liberdade pela segurança que o estado supostamente nos oferece? Parece-nos que o artista interroga essa noção hierárquica de liberdade que nos foi imposta buscando com isso restituir o dano produzido por tal imposição, e, por intermédio de sua arte, busca instaurar novos sentidos e consciências na e sobre a realidade.

Tal como o escritor e sua arte de perceber realidades furtivas e imaginar/inventar diferentes realidades (quanta ousadia!), ante à saturação de sentido do povo assolado pela tirania dos déspotas e dos escombros de um mundo em guerra (esse não seria o jogo primário que todos jogamos?), o que pode a arte? A arte nos parece ser sempre um convite (ou uma provocação) a estranharmos o mundo e a nós mesmos. Ela consiste em um poderoso afeto que, segundo (TARKOVSKI, 2010) pode “explicar ao próprio artista, e aos que o cercam, para que vive o homem, e qual é o significado da sua existência. Pode explicar às pessoas a que se deve sua aparição neste planeta, ou, se não for possível explicar, ao menos propor a questão” (p. 40).
E o que pode a arte do ator nesse mundo aí? Serve para entreter? replicar realidades? confortar? confrontar? provocar? alienar? sensibilizar? fazer viver? dilatar o real? Ou a arte do ator se pretende neutra, anestesiada?

Compartilhamos da percepção de que, utilitarismo à parte, a arte do ator só tem sentido quando engajada do ponto de vista ético, estético e político com a produção de um mundo e de uma humanidade melhores. E não, isso não significa que o ator pretenda, arrogantemente, ser um “melhorador do mundo” (NIETZSCHE, 1996). O engajamento do ator implicaria em uma tomada de posição, e não na tomada de poder. Essa tomada de posição deve ser, necessariamente, ética! Nessa direção, o ator pode ser compreendido como um produtor de sentidos, um criador de condições para que novos sentidos de vida e de viver sejam inseridos no mundo e nas vidas das pessoas. O sentido ético que sustenta a arte do ator estaria ancorado em um princípio vitalista, isto é, na “Vontade de potência” (NIETZSCHE, 1996). O ator quer afirmar a vida, quer fazê-la expandir. E para isso, terá que enfrentar/combater tudo que faz morrer, tudo que faz a vida perder potência. O ator é um vitalista por excelência!

Assim como o escritor com sua literatura, como bem lembrado por Deleuze, o ator também provoca estesias para um povo anestesiado; promove saúde para o povo doente, por vezes de si mesmo. No fazer teatral, o ator cria um éthos promotor de reflexões, alegrias e de reencantamento dos sujeitos por si mesmos e pelas suas próprias existências. O teatro age contra o estado suicidário, violento e necropolítico! O ator, com sua arte, tanto diagnostica quanto ajuda a curar as doenças/sintomas do mundo, particularmente as doenças politicamente causadas. O teatro previne o suicídio! O teatro pode nos recolocar na realidade viva, nos fazendo sentir novamente o frescor do começo; mantendo o nosso olhar e a nossa percepção aguçados: infantis.

Falamos da infância como uma experiência não restrita ao corpo das crianças, mas como potência disruptiva, como flerte incessante com os limites do que somos e como “outramento transversal a toda uma existência”, como diz (LYOTARD, 1990, p. 37). O teatro parece fazer perseverar a alteridade infantil de um povo: para que não morra de maioridade. E é no corpo de ator, em relação com outros corpos, que essa infantilidade alteritária, e agora sim, afirmativa, entra no mundo como feitiço. Daí, abre clareiras na escuridão. Abre as janelas do (im)possível. Nos faz delirar de comoção imaginativa. Nos faz dizer não a tudo que diminui a nossa vontade de potência: fascismo, política da inimizade, negacionismo, fome, infanticidio…

E é, portanto, no horizonte da ampliação das nossas sensibilidades autopoiéticas e das nossas capacidades de resistir ao que nos causa dor, e ao que nos mata, que se edifica uma ética, uma política e uma estética teatral. A essa altura, parece-nos que estamos diante da defesa do argumento de que o ator, no exercício do seu ofício e no seu percurso (trans)formativo, sob pena de ser capturado pelo fascismo que o rodeia, precisa estar tenazmente engajado na construção de condições de possibilidades para a emergência de “bons encontros” (ESPINOSA, 2011). E para isso, a abertura/disponibilidade afetiva para encontrar-se com o outro é “regra de ouro”, inviolável.

Libertar o outro da condição de escravo da vontade do tirano; libertar a si mesmo da “vontade de poder” sobre o outro; […] despojar-se de si-próprio em reconhecimento ao apelo do Rosto do outro, o que torna o Eu servidor do outro” (LEVINAS): isso nos parece ser o sentido ético basilar do fazer/ser/sentir artístico do ator/sujeito/humano. Assim, partimos da convicção de que a ética do artista (ator) é lugar de produção de hospitalidade, liberdade e afirmação da alteridade. Isso porque a ética da alteridade nos convoca a dar uma resposta ao outro, a assumirmos uma responsabilidade com o seu mistério, com a sua diferença radical e com o seu bem-viver.

Por fim, intuímos que na experiência teatral, lugar dos encontros por excelência (real, virtual…), o ator pode produzir, em coautoria com o outro, um ethos instaurador de novas consciências, já que a base da noção de si é a relação com o outro (BAKHTIN, 2010). Trata-se, portanto, de pensarmos e apostarmos em uma “ética da alteridade teatral” como uma potente possibilidade de abertura e criação de topologias inventivas, as pequenas utopias, aquilo que faz com que continuemos vivos e pulsantes. Uma micropolítica de resistências e de instauração de acontecimentos entre nós, e em nós. Teatro vitalista, é teatro contra a barbárie!

REFERÊNCIAS
BAKHTIN, Mikhail. Para uma filosofia do ato responsável. São Carlos: Pedro & João Editores, 2010.
BUTLER, Judith. A força da não violência: um vínculo ético-político. 1ª Edição – São Paulo: Boitempo, 2021.
DELEUZE, Gilles. Crítica e clínica. São Paulo: Ed. 34, 1997.
ESPINOSA, Baruch. Ética. Tradução de Tomaz Tadeu. Belo Horizonte: Autêntica. 2011.
LYOTARD, Jean-François. A criança, esse fantasma do ocidente, a criança, ou seja, o desejo é energética, econômica na representativa. Trad. Tununa Mecado. Buenos Aires Fundo da Cultura econômica, 1990, p. 20-30.
NIETZSCHE, Friendrich. Vontade de Potência. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1996.
TARKOVSKI, Andrei. Esculpir o tempo. 3 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2010.